Papai Noel, eu sei que o Natal já passou. Como sei também Papai Noel, que mesmo fora do tempo, o senhor sempre atende aos pedidos. Por isso mesmo eu quero aqui fazer o meu:
Como seria bom o meu Flamengo conquistar o sétimo título do brasileirão. O Cruzeiro conquistar a Libertadores. O meu Colorado e querido Uberaba Sport Club, conquistar o titulo do Campeonato Mineiro. O meu Tufão e querido, São Raimundo conquistar a vaga da série D. Ah! Papai Noel, como seria bom ver a Colina toda remodelada.
Mas, Papai Noel, o presente que eu mais desejo neste momento, é UM VERDADEIRO PRESIDENTE PARA A FEDERAÇÃO AMAZONENSE DE FUTEBOL. Sabe Papai Noel, há 20 anos, as outras federações de futebol do pais, sempre tiveram os seus presidentes. Nós aqui no Amazonas, neste período, nunca tivemos.
O nosso futebol, Papai Noel, é muito bom dentro das quatro linhas, mas, carece de uma administração profissional, competente e presente. Carecemos de um dirigente com credibilidade, capaz de liderar uma campanha séria, na busca de patrocínio e de investidores.
O senhor sabia Papai Noel, que o grande símbolo do futebol do Amazonas, principalmente no início das temporadas é um PIRES? Pois é Papai Noel. Sai ano entra ano, o nosso futebol está sempre de PIRES NAS MÃOS, mendigando as migalhas do poder público.
Por favor, Papai Noel, atenda o meu pedido, que com certeza o senhor estará atendendo a toda a população esportiva deste Estado. Assim como um grande time começa por um grande goleiro, eu também acredito, Papai Noel, que um grande futebol vai, com a sua ajuda, RECOMEÇAR por um grande Presidente. Obrigado Papai Noel!
Um espaço para debates do futebol brasileiro, com ênfase para o Futebol Amazonense, Mineiro e Carioca.
domingo, 26 de dezembro de 2010
MEU PEDIDO A PAPAI NOEL
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
QUE REI É ESSE?

Com certeza não é o Pelé. Este é o outrora inimigo do seu teixeira, Edson Arantes do Nascimento, o hoje, marqueteiro da CBF. Quem te viu, quem te vê. Pelé era rei, se perpetuou no futebol mundial por tudo aquilo que fez dentro das quatro linhas.
Coincidentemente, Pelé foi reconhecido e ficou conhecido mundialmente como o Rei do Futebol, por suas apresentações pelos campos tupiniquins, em jogos da Taça Brasil. Pelé foi reconhecido e valorizou esse passado.
O que infelizmente não podemos dizer o mesmo do velho cidadão Edson Arantes do Nacimento. Esse se mostrou totalmente sem passado envolto nessas ridículas medalhas da unificação da vergonha.
Em 19 novembro de 1969, ás 23 horas e 11 minutos, Pelé recebia em pleno Maracanã, num jogo válido pelo também unificado Torneio Roberto Gomes Pedrosa, mais um reconhecimento de sua grandeza, os aplusos de 65.157 pagantes, ao marcar o seu milésimo gol.
Naquele momento, Pelé com a milésima bola na mão, conclamava o povo brasileiro a olhar com mais atenção para as crianças. O que será que essas crianças, adultos de hoje diriam ao Edson Arantes do Nacimento, neste momento em que ele nega aquele passado?
Pelé, o rei, fez, valorizou, defendeu e foi reconhecido no passado. Edson Arantes do Nascimento, simplesmente vive no presente, se aliando àqueles que nem passado tiveram.
UM PRESIDENTE DE FATO E DE DIREITO

Não podemos pensar numa nova FEDERAÇÃO AMAZONENSE DE FUTEBOL, se não tiver à sua frente um verdadeiro LIDER. Um administrador voraz. Um aglutinador. Um negociador. Um pacificador. E que além de ser um cara identificado com o nosso futebol, terá que acima de tudo ser a CREDIBILIDADE EM PESSOA.
Ser um cara político, mas não um político. Ter um acesso fácil a todas as esferas da sociedade manauara. Sejam elas, sociais, governamentais, econômicas, industriais, comerciais. Ser popular, mas não populista. Um cara de atitude, com o direito de até errar, mas que assuma os seus erros. Um cara que não espera acontecer. Que faz, e faz com amor, com prazer.
Esse sim será o verdadeiro CARA. O presidente que todos nos sonhamos para a nova FEDERAÇÃO AMAZONENSE DE FUTEBOL. Um verdadeiro técnico para o NÓS FUTEBOL CLUBE. Pois é. É esse o perfil que eu penso que deve ter o novo presidente. Isso se quererem REINVENTAR O FUTEBOL DO AMAZONAS.
Agora se quiserem continuar na mesmice do amadorismo e da incompetência. Qualquer um serve. É chegada a hora de sabermos verdadeiramente quem é que quer mudanças no nosso futebol. Com a palavra os dirigentes dos clubes. Não vale ficar em cima do muro. É oito ou oitenta. Quero ver.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
UNIFICAÇÃO DE TITULOS - NESTE MATO TEM COELHO

Alguém seria capaz de pelo ao menos dar uma pista, para que possamos tentar entender o que é que verdadeiramente a CBF quer com esta absurda Unificação de Títulos? Eu até agora não consegui entender.
Por isso mesmo vou ficar com o dizer muito característico do mineiro, quando sente no ar, um cheiro suspeito de falcatrua: "Neste Mato Tem Coelho". Com certeza tem, pois, vindo de onde vem, qualquer coisa é possível.
Pensar que seu Ricardo Teixeira de repente se santificou e saiu por ai fazendo milagres, é pensar no impossível. Mas, pode ter certeza que esta unificação tá mais para "ressuscitação" do que outra coisa. Só não conhecemos e nem sei se conheceremos os verdadeiros motivos.
Como torcedor e até mesmo, como um humilde pesquisador do futebol, ainda não consegui alcançar a mesma visão daqueles que defendem a idéia. Que benefício a unificação de títulos trará para o nosso futebol? Para o futebol, NENHUM. Mas, pode ter certeza, alguém vai ganhar e muito, com essa palhaçada.
Os que defendem a idéia, dizem que o principal motivo da maluquice é o RECONHECIMENTO das glórias do passado. É tão inverídico esse discurso que vou dar a vocês o meu testemunho pessoal do reconhecimento que tive na época como mineiro, da conquista do Cruzeiro em 1966, da Taça Brasil.
O Cruzeiro de 66 era tido como um time doméstico que se impunha nos limites das margens da lagoa da Pampulha. Até então nenhum título em nível de Brasil. De repente vai a final de um torneio nacional tendo pela frente o Santos de Pelé. O que esperar se não um honroso vice campeonato?
Para minha alegria, e de milhões de mineiros, não foi isso que aconteceu, os desconhecidos: Raul, Pedro Paulo, William, Procópio e Neco, Piazza e Dirceu Lopes, Natal, Tostão, Evaldo e Hilton Oliveira, não só ganharam a Taça Brasil, como deram um verdadeiro show no time da majestade. 6 a 2 em Minas e 3 a 2 em São Paulo.
Neste dia passei a ter o sangue azul. Deixei de ser somente mineiro. Passei a ser também Cruzeiro. Prova inconteste do meu reconhecimento a um grande time que nascia naquele dia. Portanto, eu e milhares de cruzeirenses não precisamos desta estapafúrdia unificação, para reconhecermos esse grande título do Cruzeiro Esporte Clube.
Assim como o Bahia, Palmeiras, Santos, Botafogo, Fluminense, que também ganharam títulos antes do advento do Campeonato Brasileiro em 1971, não precisam agora desta unificação fajuta, pois cada um em sua época teve total reconhecimento por parte de seus torcedores, de suas grandes conquistas.
Só Deus sabe o que quer a CBF. Eu continuo convicto que: Neste Mato Tem Coelho, e não é pequeno. Por isso mesmo sou totalmente contra. Unificar para bagunçar é melhor deixar como está.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
É O CAMISA 10 DA SELEÇÃO

Vou começar este texto, já dizendo o seguinte: O único questionamento que faço quanto à possível convocação do habilidoso goleador e emérito assistente, Conca, pelo técnico Mano Menezes, é o fato de ele vestir atualmente tricolor, e não rubro negro. De resto a 10 Amarelinha vai vestir muito bem o “Hermano” e grande jogador.
Agora pessoal responda pra mim, sem revanchismo, sem bairrismo, sem mágoa: QUAL O ESTRANGEIRO, QUE VERDADEIRAMENTE MERECE VESTIR A AMARELINHA, SE NÃO UM ARGENTINO? Eles praticam o segundo melhor futebol do mundo. Além do mais, são nossos eternos rivais. E porque não “apimentar” ainda mais, essa rivalidade naturalizando e convocando um grande jogador deles? Que, aliás, foi pouco valorizado em solo portenho.
Tenho certeza que os contrários a tal idéia vão bater o pé e esbravejar admitindo, que jamais concordarão em ter um estrangeiro em nosso selecionado e principalmente um argentino. O argumento chega a ser medíocre, pois, quantos dos nossos jogadores já defenderam com galhardia outros selecionados? Alguém foi contra?
O grande Altafinni Mazzola que defendeu as nossas cores na copa de 58, e em 1962 as cores italianas. Deco defendeu os nossos patrícios portugueses. E por último o crioulinho bom de bola Cacau honrou a sua pátria defendendo o selecionado alemão. E tudo na maior naturalidade. Por que agora devemos ser contra?
Por ser Conca, um argentino? Pior do que ver a “amarelinha” sendo vestida por um estrangeiro e argentino, é vê-la sendo lançada primeira nos Estados Unidos e depois no Brasil, num processo cruel e vexatório de mercantilização de um dos maiores símbolos de nossa terra.
Ou ainda, vê-la sendo vestida de maneira não patriótica por pseudos-idolos. Ou mais, ver a nossa seleção sendo manipulada por mãos corruptas na caça aos dólares de africanos, árabes, croatas e Cia., sem contar a condição de cabo eleitoral numa tentativa de afirmação na política internacional, naquele jogo do Haiti.
Arte não tem sexo, cor, nacionalidade. A arte é a expressão autentica do talento de um indivíduo. E Conca é muito mais do que só um argentino. Conca é um talentoso com a bola dominada naquela perninha esquerda. Craque não é, pois, lhe falta a perna direita. Mas Conca é um artista da bola.
Conca merece a seleção. A Seleção merece Conca, que com certeza vai saber misturar a sensualidade do tango com a malevolência do samba, sob os gritos de Brasil, Brasil, Brasil. Seja bem-vindo Conca.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
FUTEBOL AMAZONENSE, UM FORA DE SÉRIE, PELA INCOMPETÊNCIA

Sempre trouxe, em seu enredo, a marca incontestável do amadorismo de uma diretoria inexperiente, apoiada a uma federação totalmente incompetente, sem credenciamento, nenhum, para gerir o nosso futebol.
Por mais que os poucos e fanáticos torcedores americanos queiram se defender alegando que o time do coração não merecia tal punição, pois, foi um grande vitorioso dentro das quatro linhas.
Não devemos nos esquecer que não há mérito e nem conquistas, se as regras do jogo, os regulamentos não foram cumpridos. O América foi reincidente num mesmo campeonato e em um curto espaço de tempo.
O clube América eliminou o time América. O time América, dentro de campo, apesar da descrença de todos, resgatou as esperanças do torcedor amazonense.
O clube América, além de apagar essas esperanças, manteve ainda mais acesa a chama do descaso e do desleixo que há muitos anos impera no futebol baré.
Não é difícil a tarefa de identificação dos inimigos do futebol do Amazonas. O principal deles é com certeza, aquela que deveria ser sempre uma aliada. A Federação Amazonense de Futebol.
Cujo presidente é, totalmente, incapacitado de ser o gestor deste pobre, admistrativamente futebol, mas, que conta com a cumplicidade dos dirigentes de clubes e as benesses de alguns órgãos da Imprensa Esportiva.
Se existem inimigos, deve existir também algum amigo. E quem seria hoje o detentor do título de Amigo do Futebol do Amazonas? Sem sombra de dúvidas, O Ministério Público Estadual.
Somente este órgão será capaz de mudar os rumos dessa história trágica, somente ele será capaz de virar essa página negra desse bom futebol praticado dentro dos campos manauaras.
Com a bola o Ministério Público, que pode num chute certeiro marcar um gol de placa a favor do futebol amazonense, nessa difícil jornada de soerguimento.
Não exigimos uma vitória com goleada. Só basta o golzinho da destituição da atual direção da FAF. Com este um a zero, com certeza o nosso futebol entrará de novo em série.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
QUE GOIÁS E ESSE?

Essa é a terra dos anhangueras. A terra da boa cachaça, da mulher bonita, da música sertaneja, do pequi e da guariroba.
Terra das esmeraldas, do cerrado, da seriema, do lobo guará. Terra das cavalhadas. Terra de Cora Coralina.
Essa é a terra do rebaixado mais impertinente, mais intransigente e mais importante da história do Campeonato Brasileiro de Futebol. Essa é a terra do Goiás Esporte Clube.
E que Goiás é esse? Esse é o Goiás do He-Man, o time esmeraldino lá do bairro da Serrinha. O verdão do cerrado, que outrora já foi de Lincoln, de Luvanor, de Zé Teodoro, de Carlos Magno, de Túlio Maravilha.
Esse é o Goiás que no momento atende, também, pelo nome de Brasil, no confronto de daqui a pouco com os argentinos, em que um simples empate, ou até mesmo uma derrota por placar mínimo, o levará á sua maior conquista. A Copa Sul Americana.
Mas, é também um dos rebaixados do campeonato brasileiro. Só que não é qualquer um.
Esse rebaixado o time que ainda dá as cartas no campeonato brasileiro. Mas que Goiás é esse se o campeonato brasileiro já terminou? Já, mas, para o Goiás, ainda não.
Esse incrível Goiás, é o mesmo que tirou o Fluminense da liderança e entregou ao Corinthians, que não soube aproveitar o presente. O mesmo que desbancou a “foba” do Felipão em pleno Pacaembu.
É ele que na ultima rodada do brasileirão, com seu time de base, mandou o Corinthians de Ronaldo para a pré Libertadores. O brasileirão acabou, mas, o rebaixado Goiás ainda não, para sofrimento de gremistas, e flamenguista.
O calendário de Gaúchos e Cariocas para 2011 depende ainda do poderoso rebaixado, vencendo a partida final da Sul Americana, o Grêmio perde a ultima vaga da libertadores e o Flamengo a ultima da Sul Americana.
Esse é o Goiás que se vencer o Independiente, no caldeirão de Avellaneda se tornará, apesar de rebaixado, o segundo mais importante campeão das Américas.
Eu sou Goiás Esporte Clube
Eu sou Goiás, eu sou Goiás e vou gritar
Até o peito me doer
Até perder a voz eu sou Goiás
Eu sou Goiás até morrer, eu Sou Goiás,
Eu sou Goiás de coração.
Salve o Goiás.
