terça-feira, 27 de agosto de 2013

SAL GROSSO

 
 

Um ingrediente fundamental em qualquer churrasco que se preza. Pode até faltar a marvada da cachaça, mas o sal grosso, nem pensar.
Esse mineral já foi por muito tempo elemento de composição do folclore do futebol brasileiro reeditado neste final de semana, pelo São Paulo Futebol Clube. Quem diria um dos maiores vencedores do nosso futebol apelar para a superstição.
O sal foi espalhado pelos degraus de acesso ao gramado do Morumbi, e pelo jeito funcionou, pois acreditando ou não, no poder do sal, o tricolor paulista quebrou um longo jejum sem vitórias.
Esse episódio me fez lembrar um dos maiores “bruxos” do futebol brasileiro, um técnico supersticioso ao extremo, e que segundo a lenda usava, além do sal, de outros artifícios, fora de campo, em busca das vitórias.
Refiro-me a JUQUITA JOSÉ LÚCIO, Um técnico que, para os supersticiosos era um poderosíssimo Pai de Santo, moreno, alto, corpulento, voz grave e pausada, de pouca prosa, cara de bravo, embora não o fosse, rigoroso, exigia dos seus subordinados total disciplina.
JUQUITA fez história no futebol Mineiro, principalmente no Uberaba Sport Club e na Associação Atlética Caldense.
Qual o torcedor do colorado que não se lembra deste time: Saraiva, Belmar, Modesto, Veram e Grimaldi, Fabinho e Zé Francisco. Dilson, Naim, Toinzinho e Elter.
 Esse time era treinado pelo JUQUITA e foi o terceiro colocado no quadrangular final do campeonato Mineiro de 1973. Cruzeiro em primeiro, América em segundo, Uberaba em terceiro e Atlético o quarto. E olha que os jogos foram todos no Mineirão, se tem jogo no Uberabão a história poderia ter sido outa.
É bem verdade que com um time como esse, o JUQUITA, não precisou usar o tal sal.

 


sábado, 15 de junho de 2013

A GÁVEA NUNCA FOI REDUTO DE GAUCHO FROUXO.




Por onde já andou, com glorias, gauchos do naipe de Paulo Cesar Carpegiani e Cláudio Coutinho,  a Gávea nunca foi reduto de gaucho frouxo. Não posso agora contentar-me com a frouxidão de Mano.



sexta-feira, 14 de junho de 2013

sábado, 8 de junho de 2013

A HORA É DE JAIME DE ALMEIDA




Assim como aconteceu com Carlinhos e Andrade chegou a hora da diretoria do Flamengo apostar e dar a chance ao Jaime de Almeida. Esse é cria nossa, conhece a fundo os bastidores e as categorias de base Rubro Negra.
Diferentemente dos "bundas" Mano e Muricy, dois superados, Jaime de Almeida vai custar menos da metade e o custo beneficio será mais que o triplo.
Para o bem da Nação, Jaime Já, para técnico do Mengão

domingo, 2 de junho de 2013

SELEÇÃO BRASILEIRA, UMA ESTRANHA NO NINHO. QUE SELEÇÃO É ESSA?




A primeira vez no Maracanã é um momento que ninguém esquece. Jogar no Maracanã lotado sempre foi um dos sonhos de qualquer garoto brasileiro que joga bola.
 
O estádio é considerado um dos templos do futebol e também habita o imaginário de jogadores estrangeiros.

Até bem pouco tempo, era impensável imaginar que um atleta pudesse chegar à seleção sem jamais ter pisado no principal palco do país.

Mas a realidade hoje é outra.  Tanto que, dos 23 jogadores convocados por Felipão para a Copa das Confederações, nove jamais pisaram no grande templo do futebol brasileiro. Ou seja, quase 40% do grupo.

Mesmo entre os 14 jogadores que já atuaram no Maracanã, poucos têm intimidade com o ex-maior do mundo.
 
Neymar, Lucas e Oscar, os maiores expoentes da nova geração, jogaram apenas em uma oportunidade no Maracanã defendendo os seus ex-clubes ( Santos, São Paulo e Internacional).

Fernando, Leandro Damião, Bernard e Paulinho que jogam aqui no Brasil, mais, David Luiz, Hulk, Dante e Filipe Luís que jogam na Europa, hoje pela primeira vez vão pisar no gramado do Maracanã.

E para completar a situação estapafúrdia de uma seleção sem nenhuma identidade nacional. O técnico Felipão, mesmo já tendo um título mundial.

Nunca, jamais, em tempo algum dirigiu uma seleção brasileira em jogo realizado no Maracanã. Fará também, hoje a sua estreia.

Que seleção é essa?
 

 

 

 

domingo, 21 de abril de 2013

CAÇANDO A LIMINAR



A transferência de Dedé para o Cruzeiro depende:

1)   Cassação da liminar na Justiça

2)   Pagamento, por parte do Vasco, da dívida com a Fazenda.

A primeira hipótese é até possível, pois tanto, Cruzeiro, Vasco e até mesmo o atleta pode  cassar a liminar na justiça.

Agora a segunda hipótese é totalmente impossível. É simples, a dívida do Vasco com a Fazenda é de 50 milhões. Dedé foi vendido por 14 milhões, logo: 50 – 14 = 36.
 
Ou seja: É muito bode pra pouco milho. O Vasco tá quebrado. E o pior já gastou os 14 com pagamentos de salários atrasados.

Então não há outra saída, se não sair à caça.






terça-feira, 2 de abril de 2013

CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS

 
As séries ou divisões de um certame são parâmetros pelos quais, se auto classificam os clubes participantes. São na verdade os medidores de auto desempenho. Cada qual segundo a sua performance, se enquadra entre os melhores, ou entre os piores.
E contra isso não há nenhum argumento capaz de modificar a condição, de ser o melhor ou o pior. Muitas são as baboseiras vomitadas por alguns, em defesa, principalmente do pior. Subacofônicas falácias, como por exemplo: As glórias do passado.
Quanta falta de imaginação! Como se o passado fosse infinito. O passado passou, o presente é o agora. E o presente do Uberaba Sport Club é pobre, rebaixado, é podre. É o pior entre os piores.
Fazer previsões futuristas diante de um presente podre é querer propagar o fedor. O que esperar de um futuro, se nem o passado de glórias foram suficientes para evitar um presente podre? O que esperar de um futuro, se o presente está fedendo?
Então, é bom que os ridículos candidatos a Don Quixote de La Mancha mudem o discurso e caiam na real. Pois, se não vão feder junto ao defunto colorado.